Biografia

Biografia

Cláudio sempre esteve ligado à música campesina, elo reforçado no período que realizou sua graduação em zootecnia em Botucatu (SP), região conhecida como um dos importantes berços da música caipira.

Seu disco de estreia, "Alma Lavada" (2003) contou com a participação de Renato Teixeira e abriu portas para o início de sua carreira.

Seu segundo, “Alma Caipira” (2007) homenageia os compositores do gênero e foi matéria de capa do Caderno 2 do jornal “O Estado de S. Paulo”, contando com as participações dos mestres Tinoco e Pena Branca.

Em 2010 gravou seu terceiro CD, o autoral "Cantador", com participação de Dominguinhos, e produz com Rodrigo Zanc o Tributo à Pena Branca e Xavantinho

Em 2011 forma o "Projeto 4 Cantos" junto aos violeiros Rodrigo Zanc, Luiz Salgado e Wilson Teixeira, com circulação de shows pelo ProAC ICMS em 2014.

Em 2015 lança seu quarto CD, "Trilha Boiadeira", homenageando a cultura do campo.

Em 2018 idealiza e estreia o projeto “ConSertão” pelo ProAC ICMS, que leva para cidades paulistas, concertos em praça pública com público médio de 2.500 pessoas. São arranjos inéditos de Neymar Dias para Orquestra Sinfônica, de clássicos da música caipira. Cláudio é o diretor artístico e cantor dos concertos.

Ainda em 2018 lança seu quinto disco “Canções para acordar o Sol”, um recorte de canções brejeiras de alguns dos maiores compositores da MPB, com as participações especialíssimas de Rolando Boldrin e Mônica Salmaso.

Dividiu palco e faixas de seus cinco discos com Dominguinhos, Renato Teixeira, Rolando Boldrin, Pena Branca, Tinoco, Mônica Salmaso, Amelinha, As Galvão, Paulo Simões, Alzira E., Tetê Espíndola, Toninho Ferragutti, entre outros maravilhosos artistas. Na TV já participou dos programas de Hebe Camargo, Inezita Barroso, Rolando Boldrin e Ana Maria Braga.

Prêmios e seleções

  • I, II e III Prêmio de Excelência da Viola Caipira, melhor intérprete. Instituto Brasileiro da Viola Caipira, 2005, 2010, 2013;
  • Selecionado pelo edital “SESI Música 2009 - série Brasileira”, promovido pelo SESI SP, 2009;
  • Selecionado pelo edital “Pauta Funarte de Música Brasileira”, promovido pelo Ministério da Cultura, 2008;
  • Selecionado para o Projeto “Prata da Casa” e da “Amostra Prata da Casa”, do SESC Pompéia, 2004;
  • Selecionado para o Prêmio da Música Brasileira em 2007, 2010 e 2015
  • Selecionado para o “Circuito São Paulo de Cultura” em 2015
  • Selecionado para o “ II Prêmio Grão de Música” em 2015
  • Indicado ao “Prêmio Profissionais da Música” em 2015
  • Selecionado no Circuito Cultural Paulista em 2017 (APAA) com Osni Ribeiro
  • Selecionado para o Circuito SESC de Artes 2018 com o “Projeto 4 Cantos”
  • Selecionado para o Circuito SESI Cultural com Rodrigo Zanc em 2018
  • Integra o espetáculo “Canta, Inezita” em 2018 com As Galvão, Maria Alcina e Consuelo de Paula
  • Estreia o projeto “ConSertão” pelo ProAC ICMS também em 2018

Depoimentos

“Na contramão das duplas que perseguem a fama fácil turvando as fontes da música sertaneja, o cantor e compositor Cláudio Lacerda mergulha fundo na raiz (...)”. “Cantor de belo timbre, presença marcante no palco e compositor talentoso, (...) Cláudio tem um bom cartão de visitas: o CD Alma Lavada, de 2004, já mostra o caminho das pedras que ele trilha agora”. Em matéria escrita no Jornal O Estado de São Paulo.
O Cláudio tem um grande talento, mas o mais importante é a identidade dele com o que faz. A moçada nova é prova de saúde A renovação é sempre importante e fundamental, pois é ela que dá dinâmica na música.
Quando uma pessoa é dotada de grande talento – e o Cláudio é um grande instrumentista, compositor e interprete – e tem uma maneira de ser que contagia as pessoas, ela traz consigo um reforço inestimável para esse segmento da música brasileira que, embora cresça sistematicamente e tenha o carinho e atenção do público, tem infelizmente pouco espaço na mídia. Pelo respeito, amplidão e bom gosto do repertório que escolheu, buscando influências que não são aquelas bombardeadas pela mídia, Cláudio Lacerda demonstra claramente ser um jovem atento, que procura respostas sozinho sem se deixar conduzir.
Desde da primeira vez que eu ouvi o disco, eu me apaixonei, não só pela consistência dele como compositor mas pela voz dele e a maneira como o disco foi arranjado. A música (regional), como todas as manifestações populares, vai se renovando a medida que o tempo vai passando e novos elementos vão sendo incorporados. O Cláudio é uma pessoa que assimilou esses elementos e os incorporou na sua música de uma forma muito inteligente, que faz com que a música não perca o toque regional, de música de raiz, mas que aponte pra um caminho futuro, pra frente. Isso é fundamental, porque senão a gente fica correndo atrás do próprio rabo. Dessa leva de compositores mais jovens, eu acho que ele é um dos grandes expoentes.
Na minha opinião, Cláudio Lacerda é uma das melhores vozes (se não a melhor) surgidas na música caipira nos últimos anos. Seu canto seguro, encorpado e despretensioso merece vida muito longa!

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